quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Quarta feira de amor



A nossa Quarta feira não é de cinzas
Pois o nosso amor arde e sempre arderá
Em brasa fumegante.
Mas quantas manhas de cinzas
Não parece ser sinas
Na vida das pessoas
Que buscam a felicidade
No colorido de um carnaval
Onde as suas cores desmancharam-se
Formando em uma quarta feira o tom de cinza?

Leandro Medeiro Santos 

sábado, 7 de janeiro de 2012

Café Da Manha Na Cama




Ao invés de te acordar com café da manha na cama
Os nossos corpos preferem o dejejum de quem se ama
Escolhemos nessa e em outras tantas manhas jejuar
Para que possamos nos amar
E a nossa fome de nós mesmos saciar

 leandro medeiros santos
leodiferente

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

A carta que não li



Se eu pudesse recuperar das cinzas os meus três rostos desenhados,
Os teus planos arquitetados, os teus cinco poemas,
E que o vento vencesse os teus dilemas.
Para ver, ler: desenhos, sonhos, fonemas.
O meu amor pediu para Deus soprar,
E a sua raiva apagar,
Mas o vento só conseguiu com que o sentimento, 
não fosse queimado,
que eu continuasse a ser o seu amado.
Pena que as minhas lagrimas de arrependimento,
Não puderam voltar no tempo,
E apagar aquele momento,
Mas fizeram brotar das cinzas o teu perdão,
Pena que Tarde de mais,
E ao mesmo tempo, a tempo para que nada,
Mais seja posto na fogueira,
A não ser as nossas brigas, muitas delas por besteiras.
Perdeu-se em meio às chamas,
Até hoje ela me chama,
Foi extraviada, pela sua raiva.
Eu imagino os meus sorrisos,
a minha cara de felicidade.
A minha emoção ao ler A sua declaração de amor, 
Agora penso em sua dor, 
Ao ver cinzas virarem,
O que iria regar o nosso jardim,
Viraram adubo para as nossas flores.
Se pudesse queimaria as minhas mãos,
Ao invés da carta escrita pelas suas,
Mas como iria escrever e tocar,
E o nosso jardim cultivar.
Hoje não precisa de caneta, papel, correio e carteiro,
Pois são a prova de fogo,
De qualquer jogo,
Pois são escritas pelo nosso amor,
A melhor carta que alguém pode dar ou receber,
 Que leio todos os dias para você.

Leandro Medeiros santos
Leodiferente

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Amar Também é sentir Medo



O nosso amor acalma, Sossega a alma.
Enxuga a lagrimas, Vira as paginas,
Pois ao escrevermos o quanto nos amamos,
Não lemos o livro do medo.
Pois ao declamarmos o quanto nos amamos,
Não ouvimos o que o medo diz.
Pois ao compormos o quanto nos amamos,
Não cantamos a canção do medo.
Pois ao demonstrarmos o quanto nos amamos,
Não vemos o que o medo que nos mostrar,
Que um dia poderemos deixar de nos amar.
O amor não ler o que o medo escrevi.
Não põem as mãos aonde ele toca.
Não ouvi o que ele fala.
Não  enxerga o que ele mostra.
Mas é por amar,
 Que às vezes temos medo de ler, tocar,
Ouvi enxerga,
Pois amar também é sentir medo.
 Mas não deixaremos ele nos influenciar,
Pois o nosso amor prevalecerá.


 De: Leandro Medeiros.                                                                 para: Janaína cruz o meu amor.


quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Esperança



A sua alma vivia atormentada.

Sem a sua amada.

A paz que tanto buscava.

Ele Só a encontrou,

Quando descobriu que não era amor.

As sequelas deixadas pela dor,

Com muito esmero cicatrizou.

E meio às rochas uma flor brotou.

O nome dela se chama esperança.

Espero que não seja aquela a qual o fez Acreditar.

E novamente se magoar.


leandro medeiros banda diário

sábado, 12 de novembro de 2011

Profecia




Ela estava tão perto e ao mesmo tempo tão distante
E longe encontra-se mais próxima
Do que quando estava tão distante
Meu olhar perde-se no horizonte
E o meu coração te enxerga além dos montes
Quando nos encontrarmos
 Será como se sempre nos amassemos
Os meus beijos serão reconhecidos pelos seus seios e lábios
 Vou te pegar em meus braços
 O teu corpo reconhecerá os meus abraços...
Vou te pegar em meus braços
Levantar-te-ei até os meus lábios
 E diremos mais do que mil palavras
A bebida da paixão que transborda do teu cálice
 Hei de beber até te embriagar
Nos seus encantos iremos nos amar
E quando estivermos sóbrios
 Os nossos corpos pedirão mais uma dose
Até a ultima gota diária da paixão
Eu não sou só meu
 Agora sou completamente teu

Por: Leandro Medeiros Santos


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