segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Natal



Luzes coloridas
 Piscando em espiral em torno de árvores
 Que os seus frutos saciam a fome da ganância
Daqueles que não sabem de fato o que é ter fome.
 Um cachecol luzente que aquece o coração do consumo exacerbado
Que bombeia em suas veias um sangue verde.
Uma árvore que deixa muitos olhos encantados
Principalmente dos que estão do outro lado da janela
Sem ter quase nada essa e outras noites para por na panela
E nem ao menos uma meia furada
Para pendurar nos galhos das arvores da pracinha
a única árvore que possuem.
O papai Noel não poderá visita-los
pois a única chaminé que possuem
São os seus cigarros lisérgicos
Por onde adentram os seus natais
Com árvores, presentes, uma ceia farta,
 E uma família feliz dando gargalhadas
Até sair pelas suas chaminés a ultima fumaça
É quando o seus natais dissipam.

Por: Leandro Medeiros Santos

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Bebamos


Vem, vem amor...
Quero tomar-te
Num gole.

Como é que pode,
Eu te querer assim?

Ao alcance da minha boca
Com a fome que tenho
Que nunca chega ao fim.

Janaina Cruz.

Você não irá conseguir me beber só em um gole
Terá que se embriagar de mim por todos os seus dias
Por toda a nossa Eternidade
Assim como eu não vejo a hora de te sorver
Até a última gota do seu prazer
Quero que você transborde em mim
Com a minha língua adormecendo
Para que todos os seus desejos acordem
Quero que me deixe entre a necessidade de respirar
E o prazer de te amar
Não quero o sangue de o seu ventre blasfemar
E nem tão pouco cometer qualquer heresia contra Deus
Mas o dueto só estará pronto, quando o seu corpo estiver pronto para o meu.

Leandro Medeiros Santos

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Xilogravura




Talhei a minha pele em cada parte da sua
 Xilogravamos os nossos corpos um no outro
Com a tinta voluptuosa do nosso néctar
O vernissage que nos recepciona
Ao adentrarmos na nossa galeria seleta
De obras de amor.

Por: Leandro Medeiros Santos

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Esferográfica



A esferográfica do prazer escreve em nós
Capítulos do livro sem fim
 Da nossa história de amor
Ao ser banhada em nossos gozos
Como um tinteiro que sempre haverá tinta
Que os nossos corpos produzem sempre quando nos amamos

Por: Leandro Medeiros Santos 

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Lagrimas poética




Se eu não dormisse e acordasse com você todos os dias, não acreditaria se alguém me disse que existe uma mulher como você meu amor, com a sua inteligência, beleza, coragem, dignidade, humildade, simplicidade, com o amor que tem pelo Senhor Jeová, que tem por mim e por seus filhos. Não há nenhuma hipérbole nas minhas palavras pelo contrario, acho até que elas são insultos diante do seu amor por mim, por isso as minhas lagrimas enchem os meus olhos até transbordar para que os seus olhos e ouvidos leiam e ouçam um poema digno de ti. Ás vezes quando elas não veem nos momentos em que só elas podem declamar o meu amor por te, acho petulante as palavras poetizarem os meus sentimentos, talvez seja também por isso que a única pessoa que eu não me sinto envergonhado em chorar, seja você meu amor.

Por: Leandro Medeiros Santos

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Discrepância





Já me hospedei em hotel 5 estrelas
E outros que davam para vê constelações
Pelas falhas das telhas
Já degustei boas comidas
E ouvir o meu estomago roncar
Já me trajei com terno e gravata
E calcei sandálias e roupas rasgadas
Já tomei banho de piscina
E em aguas turvas de cacimba
Já visitei belas praias
E açudes lamacentos
Já assistir bons filmes no cinema
E TV em preto e branco pela janela do vizinho
Já me sentei à mesa com poderosos
E conversei com mendigos nas ruas
Mas a maior discrepância da minha vida
Foi quando te conhece
Pois as outras diante de ti
Não posso nem compara-las
As vezes que o meu estomago roncou
Pois nada que já viver, posso equipará ao nosso amor.

Por: Leandro Medeiros Santos

sábado, 13 de outubro de 2012

Plante um bem sem olhar a quem




Não que haja motivos que expliquem o mal, mas cada vez há menos motivos ainda. São razoes cada vez mais torpes, banais, criadas por muitas mentes doentes. Alguém que se passa por amigo, mas na verdade é inimigo. Pessoas que sem nenhuma explicação não vão com a cara de quem nem se quer conhecem. Tentam prejudicar o próximo por qualquer ranhura, por quaisquer ciúmes,  inveja ... Isso tudo pelo simples prazer de vê o próximo infeliz, por que a felicidade alheia incomoda. Se for possível difamam, roubam, matam. Não vou entrar no mérito da questão, é muito perturbador pensar nisso tudo. Há quem plante o mal e ainda colha o bem, o bem individual, o bem de consumo, não o bem comum, e há aqueles que só colhem o que plantam, quando o que só é semeado é o mal. Houve muitas mãos inclusive as minhas que plantaram ervas daninhas em meu torrão, colhi o mal que fiz contra mim mesmo, que fiz há outras pessoas o que não fiz, e até mesmo o que fizeram contra mim, mas graças a Deus colhi também rosas, lírios, gérberas, margaridas, orquídeas as flores mais belas, uma primavera que se chama Janaina Cruz (o meu eterno amor). Com isso colhi também o bem que plantei, e diga se de passagem, valeu por todos os outros bens que plantei e não colhi ainda...

                               Por: Leandro Medeiros Santos

domingo, 30 de setembro de 2012

Braille





Os nossos corpos
 são livros em braille 
 Em que só as nossas mãos
Nossas bocas
Nosso sexo
Nosso amor 
Podem ler.

Por: Leandro Medeiros Santos

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Para sempre


Já não é mais nenhuma novidade
 Que não há mais novidades no novo
Que esse mundo é um álbum
 De figurinhas repetidas
Mas mesmo assim não vivo
Sem alguns clichês
Sem o trivial
Sem o óbvio
Sem o previsível
Que não banaliza
Que não vulgariza
Que não me cansa de
Todos os dias declamar
Que para sempre irei te amar

Por: Leandro Medeiros Santos


terça-feira, 18 de setembro de 2012

Mainha






A minha mãe também é você meu amor
Pois todos os dias pari o meu gozo
No seu ventre cheio de graça
Cheio da minha gala

Por: Leandro Medeiros Santos

domingo, 9 de setembro de 2012

Primeiro ano da nosso Eternidade


Nove de setembro faz um ano que Deus nos apresentou, se acreditasse em reencarnação juraria que fomos apresentados desde sempre, e para sempre como dois amantes. No inicio de nossa história havia profetizado em forma de melodias e poesias o nosso amor, canção essa que se chama profecia, que diz o seguinte:
Ela estava tão perto e ao mesmo tempo tão distante
E longe se encontra mais próxima
Do que quando estava tão distante
Meu olhar perde-se no horizonte
E o meu coração te enxerga além dos montes
Quando nos encontrarmos
Será como se sempre nos amassemos
Os meus beijos serão reconhecidos pelos seus seios e lábios
Vou te pegar em meus braços
O teu corpo reconhecerá os meus abraços...
Vou te pegar em meus braços
Levantar-te-ei até os meus lábios
E diremos mais do que mil palavras
A bebida da paixão que transborda do teu cálice
Hei de beber até te embriagar
Nos seus encantos iremos nos amar
E quando estivermos sóbrios
Os nossos corpos pedirão mais uma dose
Até a ultima gota diária da paixão
Eu não sou só meu
Agora sou completamente teu.
O curioso é que só nós encontramos quando estávamos longe, e não quando estávamos bem pertos. O face nos possibilitou esse encontro, pena que infelizmente hoje é lugar hostil ao nosso amor, a felicidade alheia incomoda algumas pessoas. Como nosso amor com a ajuda de Jeová enfrentou tudo para chegar até aqui, enfrentaremos o que for preciso para chegarmos à eternidade. Ninguém trouxe tanto amor para minha vida como você: Proteção, respeito, dedicação, carinho, companheirismo, sabedoria, beleza, fidelidade e muita paixão, ninguém nunca antes na historia da minha vida, deu tanto de se, para mim, espero que eu tenha sido a pessoa que mais se doou para você.
Eu te amo muitoooooo eternamente, Amém.

Ass. Leandro Medeiros Santos


quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Palavras



Ninguém deixa de ser infeliz
Por remover as duas primeiras letras
Como se pudessem remover ou acrescentar
Letras, palavras ou frases e assim a vida mudar
Seria um livro que não ensinaria a viver
E todos que o lessem se analfabetizariam.
As palavras só podem mudar a vida para melhor
Quando as escrevemos com bastante suor
Com o próprio sangue até
Com muito amor e fé
Em Deus principalmente
E na gente.

Por: Leandro Medeiros Santos

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Uma oração de amor

fotografia: Nícolas Anderson 


Não se chama Maria, e tão pouco és santa
Por isso cair de joelhos perante a te
Debruçando-me entre tuas coxas
Diante da sua flor fiz uma oração de amor
Pedindo ao teu corpo que me amasse
Foi atendido antes mesmo de ter desejado-a
Pois ela que me guiou ao seu altar
Ardendo em prazer me fez ajoelhar
Para que o meu corpo fosse agraciado pelo seu
Para que eu bebesse em teu cálice o meu pedido
E realizasse em teu corpo os nossos desejos
Ela chama-se Janaina, e só atende a minhas orações.

                                                      Por: Leandro Medeiros Santos

sábado, 18 de agosto de 2012

O voo do nosso amor



Á águia refugia-se quando está preste ao seu fim
 Nos picos mais altos para que assim
 Outras aves não devorem a sua carne
 E encontrem as penas, e as escarne
Levarei em minhas asas a minha amada
Nas mais altas e longínquas enseadas
Para vivermos nos amando longe dos abutres
Que sobrevoam o nosso céu aguardando
 O  dia Que nunca Irá chegar
O nosso amor nunca deixará de voar
E um dia desses nos levará
Onde não possam nos encontrar
 Onde possamos nos amar 
sem ninguém para perturbar

Por: Leandro Medeiros Santos

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Preâmbulo



Circuncide o mal ao invés das mulheres
  do continente Africano
Para que nesse mundo não haja mais prazer na maldade
Façam vasectomia para esterilizar a crueldade
Usem contraceptivos para que pelo menos nessa noite
Só a bondade possa se reproduzir nesse mundo.

Por: Leandro Medeiros Santos


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Amor e revolução


Falar sobre amor em meio à ebulição
De indignação que emerge do amago
 Da minha alma, só mesmo quem ama
Esse cancro que consome a esperança
Em uma humanidade menos injusta
Só a sua boca consegue abrandar
Declamando em beijos e poesias
O tanto que ama e é amada
Com os seus afagos carinhosos
Que derrete até o aço mais puro
Com o seu corpo em chamas
Adormecendo esse vulcão de raivas
Deixando o meu corpo em erupção
Com larvas de fogo mais fumegantes
Do que qualquer indignação ideológica

Por: Leandro Medeiros Santos



terça-feira, 14 de agosto de 2012

Mais dia menos dia




A escritora Janaina Cruz, oriunda De Juazeiro do Norte-CE, morou por um tempo em Santa Maria Da vitória-BA, e atualmente reside na cidade de Cajazeiras-PB, casada com o compositor Santa-mariense Leandro Medeiros, que em breve lançará também o seu primeiro livro em parceria com a sua amada esposa. Janaina Cruz começou a escrever aos 12 anos de idade com a poesia Espelhos, e logo refletia a sua história como escritora, espelhos, Matusalém, A Janela Da Frente, Vermelho e Mulato, foram poesias das quais ela ganhou, até então em todos os concursos que já participou. Sempre com a esperança que mais dia menos dia o seu dia iria chegar, ela aguardava escrevendo em seu blog: http://esferografia.blogspot.com.br e no recanto das letras: www.janainacruz.recantodasletras.com.br. Esse dia chegou, 13 de agosto de 2012, agosto de Jeová como ela sempre acreditou, com o livro Mais dia menos dia lançado pela editora LP-BOOKS na 22ª Bienal Internacional do livro de São Paulo. Um livro de poesias com 146 belos e instigantes poemas.  A sua história só está começando, vem muito mais por ai.

Por: Leandro Medeiros Santos

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

O vôo que você não voou



Pela janela do meu apartamento meus olhos testemunharam o balé de dois pássaros, pensei em registrar com a minha filmadora, e proporcionar essa sensação de liberdade a outras pessoas, e quando as minhas mãos aproximaram-se da câmera abortei imediatamente com uma pergunta que me pegou de súbito, pergunta essa que eu não sei o porquê perguntei, e tão pouco sei exatamente a resposta. Cheguei a egoísta conclusão que não só as minhas necessidades como também da minha esposa me deram, de que vejo quase todos os dias o espetáculo: oh vôo dos pássaros! Como o que preciso a arte infelizmente não pode me oferecer, terão que assistir fechando os seus olhos imaginando duas belas aves voando sentindo em suas penas o ar fresco da liberdade sem nenhum prédio alto o suficiente para arranha esse azul deslumbrante desse céu.

Por: Leandro Medeiros Santos

terça-feira, 7 de agosto de 2012

As nossas canções não cantam mais



As rosas nunca falaram, e hoje tão pouco elas exalam
Aquarela perdeu o seu colorido 
Oceano morreu afogado
A asa branca não voa mais
A garota de Ipanema perdeu a sua graça
Você já não é mais linda
O Pierrô apaixonado não canta mais
Cartomante não prever mais nada
Luz negra se encontra ainda mais só
Dom de iludir, agora é da mentira
Preciso me encontrar
Só que em meio a tanta poluição sonora
Não vão te achar
Águas de Março não fecham mais o verão
Pois não caminham cantando e seguindo
Essas canções atrás do trio elétrico
Que só não vai quem já morreu
Talvez seja por isso que essas e outras tantas canções
Estejam mortas para muitas pessoas
Provavelmente para as mesmas que estão vivas
Atrás na frente ou do lado de um trio elétrico
Pergunto-me retoricamente que País é esse?
Pois prefiro não falar nenhum palavrão
Já bastam os que são mencionados
Em algumas letras analfabetas
Espero que agora não me convidem mais
Para essa festa pobre
Pois eu não posso ficar

Por: Leandro Medeiros Santos


domingo, 5 de agosto de 2012

Os nossos corpos escrevem em nós, o que nenhuma caneta conseguiria escrever


Prefiro escrever poemas de amor Meu amor
Na nossa cama com você em cima ou em baixo
De um lado ou do outro
 beijando ou sendo por mim beijada
Tocando-me ou sendo por mim tocada
Com nós dois nos amando
Quero que sinta saudades das minhas
 Palavras escritas em folhas de papel
Quando as escrevo com o meu corpo no seu
Com todo aquele romantismo que as letras
 Ainda não sabem expressar
A nossa melhor poesia de amor
 É aquela que lemos em braile

Por: Leandro Medeiros Santos


sábado, 4 de agosto de 2012

A política do pão e circo




Foi uma política criada pelos antigos romanos, que previa o provimento de comida e diversão ao povo, com o objetivo de diminuir a insatisfação popular contra os governantes. Espetáculos sangrentos, como os combates entre gladiadores, eram promovidos nos estádios para divertir a população; nesses estádios, pão era distribuído gratuitamente. O custo desta política foi enorme, causando elevação de impostos e sufocando a economia do Império [1]. Essa politica é adotada até os dias atuais, e não só por governantes, a mídia quando é citada em algum envolvimento criminoso, ou quando o ibope está lá embaixo, Usam de métodos escusos como esses, só que mais modernos, pois o pão que a mídia hegemônica alimenta os seus muitos telespectadores são os seus espetáculos hollywoodianos alienadores. Os políticos também modernizaram essa pratica de amenizar a insatisfação popular. Usam trios elétricos e mega palcos com poluição sonora suficiente para alienar ainda mais o povo, e com os decibéis lá nas alturas ensurdecendo as insatisfações populares. Já Oh circo central de Brasília apresenta o espetáculo do mensalão, e tantos outros ão que eles vêm metendo a mão. O engraçado sem ter nenhuma graça, é que eles fazem as suas gracinhas nos fazendo de palhaços "sem querer ofender os palhaços". Gastam verdadeiras fortunas no orçamento destas festas, enquanto a população se diverti esquecendo que nos hospitais podem ter tudo, menos saúde, as suas ruas não são calçadas, iluminadas, não há segurança pública, as escolas estão caindo literalmente aos pedaços nas cabeças das nossas crianças e adolescentes, “o futuro da nação” como assim são chamadas demagogicamente pelos mesmos que  preferem dar pão e circo  ao invés de educação. Talvez seja por isso que haja alguma insatisfação popular. O povo só quer Pão e circo, Pois se quisessem Educação, Saúde, Segurança, cultura, esporte e lazer... Não fariam com os seus votos, o mesmo que fazem com a suas consciências em anos de eleição, e depois por não fiscalizarem os seus eleitos.

                      Por: Leandro Medeiros Santos

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

UFC VS UFC



Hoje fui procurar informações sobre a universidade Federal do Ceará “UFC” e quando digitei a sigla da universidade, apareceram vários lutadores. O Google o site de busca expõe em sua pagina as primeiras pesquisas de acordo com o numero de acessos, como no Brasil há mais pessoas que preocupam-se com pão e circo do que com a educação  só fui encontrar algo a respeito da universidade na decima pagina, e assim mesmo em meio a vários lutadores. Se os mesmos Brasileiros que acessão noticias sobre UFC, e os que praticam esse esporte, lutassem pela UFC, e tantas outras universidades da mesma forma que  lutam no UFC, e acessão informações sobre o mesmo, Não haveria  necessidade de  fazer tantas greves, seja por esse e outros tantos motivos, pois se a educação fosse prioridade nesse país , votaríamos com mais consciência, teríamos melhores representantes no poder Executivo,  Legislativo e Judiciário, qualificaríamos a nossa mão de obra, e não estaríamos vendo essa invasão dos estrangeiros nos melhores postos de trabalho, teríamos uma melhor distribuição de renda, equilibrando o abismo entre a elite e o resto, e eu não acharia a educação só na decima pagina. Espero que nos próximos raud a UFC e outras tantas universidade ganhem a luta contra a ignorância e a alienação politica, mas para isso todos terão que entrar no rinque e lutar bravamente contra o pior algoz da educação , a corrupção. 

                                         Por: Leandro Medeiros Santos

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

De fato sou eu o culpado


Às vezes nos perguntamos qual foi o mal que fizemos, e para quem foi, para que determinadas coisas na vida não dessem certo? Que mal fez um recém-nascido para morrer em instantes depois? Nunca acharemos a resposta, pois fazemos a pergunta para pessoa errada, e quando Fazemos uma retrospectiva e não conseguimos recordar de nenhum fato, transformamos uma incógnita, no nosso próprio algoz, como se o fato de recordarmos de algum fato resolvesse todos os nossos problemas. A mente entra em ebulição com varias variantes de um só problema, será se foi naquela ocasião, Ou talvez fosse quando eu fiz aquilo para aquela pessoa? Não! Definitivamente não! Às vezes o mal que fazemos a nós mesmo é muito pior do que o mal que pudéssemos fazer a outra pessoa. Então faça uma retrospectiva correta, onde foi que você errou? Depois de recordar tente entender o porquê do erro, e se possível for aprenda com ele, para que saiba como a certa das próximas vezes.

                                    Por: Leandro Medeiros Santos.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

O mundo que muda sem os livros, não é o mesmo mundo que os livros podem mudar.


                           


Uma vez ouvir: “Que a poesia não muda o mundo, Mas o mundo não munda sem poesia”. Mario Quintana dizia que: “Livros não mudam o mundo, Quem muda o mundo são as pessoas. Os livros só mudam as pessoas”. Os livros são abelhas que levam néctar Para comeia da sabedoria. Talvez seja por isso que a escrita, a não ser aquela que serve para assinar, chegues de muitos dígitos, ordens para prender, soltar e matar... Não tem o seu devido valor, pois se os governantes mundiais não querem mudar o mundo, então como pode os seus liderados gostarem de Poesias e livros, para que serviria então a poesia os livros? Para ser chamado de poeta, escritor, e vender alguns livros, declamar alguns poemas e receber alguns tapinhas nas costas? A escrita como desabafo da alma sempre terá o seu devido lugar, para quem a escreve. Mas a escrita revolucionária morrerá nas trincheiras da esperança segurando uma bandeira branca, pela bala da ignorância disparada pela alienação. A escrita trouxe mais luz a humanidade do que o próprio fogo mudou a sua história escrevendo novos capítulos, e os eternizando. Mas a humanidade inventou uma forma, para que ela não mudasse o mundo para melhor.

                                  Por: Leandro Medeiros Santos


terça-feira, 31 de julho de 2012

Está ameaçado o amor entre escritor e leitor

                                                    



As juras eternas feitas por ambos, o voto de fidelidade onde sempre iriam escrever e o outro sempre iria ler. Um matrimônio esfacelando-se a cada obra literária não lida ou não escrita. Poemas que viram pequenos versos para acompanhar a praticidade do inicio desse século. Até as frases de para-choques de caminhão deram lugar a cutucadas, “algumas cantadas nunca foram tão baratas”. São poucos dedos que ainda foleiam livros, já não eram muitos, e veja lá, agora podendo da um clique e ir para pagina seguinte. Desse jeito só encontraremos livros em sebos, isso se não encontrarem uma forma de virtualizarem até os sebos. È logico que depois do advento da internet por ex: possibilitou que esse texto fosse lido, se é que outros olhos além dos meus lerão. Surgiram novos escritores, que antes não teriam a mínima condição de existirem, e outros tantos anônimos que esperaram a oportunidade que as editoras não os deram, e só encontraram de certa forma na internet. E ao mesmo tempo outros deixaram de existir, não vendem mais como antes, se é que algum dia nesse País ser escritor foi uma profissão bem remunerada, a não ser aqueles que escrevem auto ajuda. A língua portuguesa nunca foi tão empobrecida, agora é tão fácil editar o mesmo texto muitas vezes depois de ser postado, que a preocupação em estarem corretos não é mas a mesma, “se eu escrevi algo de errado depois eu corrijo” é tão pratico as breves conversas serem ainda mais abreviadas, os internautas modernizaram o código Morse. O pior que até os blogs estão sendo abandonados, estão resumindo-se em 140 caracteres. Não é mesmo necessário mais do que 140 caracteres nos dias de hoje. Ainda há letras, palavras, frases, textos, até mesmo os erros ortográficos, e principalmente as mãos que traduzem pensamentos e sentimentos que resiste em divorciar. 

                                              Por:Leandro Medeiros Santos.


quinta-feira, 26 de julho de 2012

Espero que não seja mais 100 anos escrito pela letra S



Cem anos passaram-se e a história ainda continua sendo escrita com a letra S, pelas mãos de muitos corruptos, e pela omissão dos justos, acovardados por seus egoísmos e pelo medo dos coronéis que mandam e desmandam.São memórias escrita com o vermelho rubro que a pena da injustiça sem pena banha no sangue escuro de alguns inocentes. Tantos momentos lúdicos, onde o povo foi e continua sendo feito de palhaço.  É tão irônico esse nome Santa Maria Da Vitória, Que até muitos acham melhor chama-la de Samavi, pois de Santa, só seu nome,ao menos que tenha sido santificada pelos mesmos políticos de sempre, que promete e não cumpre ,prometeram a Maria um altar, talvez pelo fato dos seus filhos não terem sido como O Senhor Jesus, a pobre coitada até hoje aguarda a sua santificação,  como em muitos casos antes de virá Santa, tem que virá uma mártir “o que seria muito fácil para qualquer mãe que tivesse filhos, como alguns que Maria gerou e adotou”,  a pobre ainda não foi Santificada, e no caso Dela nem precisa morrer. Da vitória tão pouco , mas como diz o ditado, a vitória do filho é também da mãe, mesmo que para isso Ela fosse prejudicada, então por essa ótica podemos enxerga-la como uma vitoriosa .Maria talvez, pois há tantas filhas que sofrem como a Matriarca.Mesmo assim a sua historia não faz jus ao seu nome.“Não” eu não estou ressentido com Samavi ! Ela é tão vitima como muitos de suas proles pelos seus legítimos e adotados filhos.Talvez algum dia façam jus o seu nome de Santa Maria Da vitória , até lá cai muito bem Samavi. Se fiz alguma merda desculpe-me, talvez tenha sido pelo fato de ter escrito sentado no meu trono filosofal, e as palavras por tantos saíram como uma descarga .

Por: Leandro Medeiros Santos

terça-feira, 24 de julho de 2012

Raspam o nosso Brasil e ninguém é preso, mas Josias Francisco Dos Anjos não teve a mesma sorte ao raspar uma casca de árvore.



No Brasil, Tantos corruptos raspam até o fundo do pote do dinheiro público e ninguém é preso. No Brasil, 70% da madeira removida da Amazônia, é retirada de forma ilegal, e ninguém é preso. No Brasil, aprovam uma lei ambiental que não tem nada de ambiental, e os mesmo, possivelmente ainda serão eleitos. No mesmo Brasil, um lavrador de 58 anos, com a finalidade medicinal, para amenizar os sintomas da doença de sua esposa: Dona Erotildes. Raspou a casca da árvore almesca, localizada na área de preservação permanente que fica às margens do córrego Pindaíba, em Planaltina (a 44 km de Brasília), E foi surpreendido com um tiro para o alto, dado por soldados da Polícia Florestal, e em seguida é enquadrado na Lei do Meio Ambiente (9.605, de 98). Enquanto a casca de árvores chamadas Brasil, são desmatadas e ninguém é preso. Se um europeu fosse detido, contrabandeando Pau Brasil, provavelmente seria solto por argumentar que estava encenando uma peça teatral, retratando a história do descobrimento do Brasil, até os dias atuais, seria considerado um artista internacional, diferente de Josias, que foi injustamente considerado um criminoso. Se o filho de Eike Batista tivesse batido com o seu carro e derrubado a mesma árvore, correria até o risco de ser indenizado pelo estado, com a acusação de que a árvore é culpada “por ter aparecido do nada na minha frente". Pena que ninguém se propõe a raspar a casca de muitos caras de pau. Na certa, a primeira cara seria a dos que prenderam o senhor Josias. Raspam o Brasil e ninguém é preso, talvez por que a justiça só considere Josias e tantos outros um Zé ninguém.

Por: Leandro Medeiros Santos

sábado, 21 de julho de 2012

O nosso amor nos faz uma única sombra, mesmo quando não estamos fisicamente juntos



As nossas sombras formando uma só
Mesmo quando no primeiro plano só há um de nós
É a saudade sendo pelo nosso amor fotografada.
Mas não tardou, para que a nossa sombra e nós
 Voltássemos a ser uma só minha amada!!!

Por: Leandro Medeiros Santos



sexta-feira, 20 de julho de 2012

O seu Amor tornou-me dependente

      




Dos seus lábios para beijar             Da sua boca para me degustar
Da sua pele para cheirar                 Das suas mãos para me tocar
Dos seus seios para acariciar         Da sua boca para me degustar
Do seu ventre para te adentrar     Dos seus gemidos para gozar

                           Do seu corpo para eu Amar

                            Por: Leandro Medeiros Santos

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Filhos Bastardos

Operários, de Tarsila do Amaral: um retrato da miscigenação brasileira



A cidade onde nasci só me ofereceu de bom a oportunidade de oferecer a ela o que nunca me foi oferecido. Se o que eu queria não houvesse era á oportunidade que eu tinha para que a cidade tivesse. Não que assim ela tivesse me ensinado a pescar, mesmo por que às vezes nem peixe havia nas suas Aguas correntes, foi à vontade de ter com a necessidade de Haver que eu tive, e por sua vez tantos outros tiveram. Ela é um orfanato onde há muitos órfãos de esperança, e ao mesmo tempo adota filhos de outras terras com muitas promessas, às vezes dá-lhes de mama em uma teta farta de leite, enquanto alguns dos seus filhos mamam abandono, uma teta farta de oportunidades, e outra farta de nada. Tratando alguns legítimos como bastardos e outros que nem saíram do seu ventre, como amados. E o que a mãe recebeu em troca? Foi e continua sendo judiada por alguns filhos ingratos: filhos de sangue, filhos de leite, os únicos que ela amamentou de verdade. Adotei como mãe, a necessidade de vencer, Pois a cidade onde nasci sempre foi a minha madrasta.


Por: Leandro Medeiros Santos.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

tórrido Amor





Gosto de cozinhar
Depois de nos amar
Da muito mais sabor
Se antes fizermos amor
O aroma dos feromônios
Impregnados na minha pele
Evaporam nas gostas de suor
Misturando com o cheiro
Dos meus temperos
Quando o vapor das panelas
Aquece ainda mais o meu corpo
Que o seu há pouco tempo aqueceu
Cozinhar para pessoa amada
É uma prova de que à ama
Ainda mas se o principal ingrediente for
Quando antes fazemos amor

Por : Leandro Medeiro Santos
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