domingo, 15 de abril de 2012
domingo, 18 de março de 2012
Lagrimas
As minhas lagrimas não intimidam-se com o seu olhar,
Com o carinho das suas mãos para meu rosto enxugar.
Olha que elas sempre fizeram cerimonia,
E muitas vezes não deram o ar de sua graça,
Mesmo querendo ser, o menino correndo pela praça,
Para os olhares que o meu coração não enxergava,
As pessoas que eu não confiava,
E das quais me envergonhava,
pois veriam-me um fraco, pensava.
Por que só você ele vê como a minha eterna amada ,
E dividi os seus segredos,
Suas lágrimas, os medos
Os sonhos e seus desejos.
Tu és a pessoa com quem consigo ser mais eu
Talvez seja porque somos um só
e nos amamos &
ass. Leandro Medeiros Santos
para o meu & amor Jana Cruz
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Fevereiros e anos inteiros
Meu amor! Você comemora o seu aniversário no
dia 24 de fevereiro,
Mas desde quando a
conheci, tenho o que comemorar o ano inteiro.
Você é a
aniversariante, mas sou eu que ganho o presente,
Pois Deus me presenteou,
Com o nosso grande e
eterno amor.
Por algumas adversidades passamos,
Mas em Deus confiamos
E sempre nos amamos.
É o primeiro de tantos
outros eternos fevereiros, marços, abris maios, junhos, julhos, agostos, setembros,
outubros, novembros, dezembros e janeiros.
Eu Te Amo!!!
De: Leandro Medeiros Santos
para : Jana Cruz
De: Deus para Nós.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Quarta feira de amor
A nossa Quarta feira não
é de cinzas
Pois o nosso amor
arde e sempre arderá
Em brasa fumegante.
Mas quantas manhas de
cinzas
Não parece ser sinas
Na vida das pessoas
Que buscam a
felicidade
No colorido de um
carnaval
Onde as suas cores desmancharam-se
Formando em uma
quarta feira o tom de cinza?
Leandro Medeiro Santos
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
sábado, 7 de janeiro de 2012
Café Da Manha Na Cama
Ao invés de te acordar com café da
manha na cama
Os nossos corpos preferem o dejejum
de quem se ama
Escolhemos nessa e em outras tantas manhas
jejuar
Para que possamos nos amar
E a nossa fome de nós mesmos saciar
leandro medeiros santos
leodiferente
leodiferente
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
A carta que não li
Se
eu pudesse recuperar das cinzas os meus três rostos desenhados,
Os teus planos arquitetados, os teus cinco poemas,
Os teus planos arquitetados, os teus cinco poemas,
E
que o vento vencesse os teus dilemas.
Para
ver, ler: desenhos, sonhos, fonemas.
O
meu amor pediu para Deus soprar,
E a
sua raiva apagar,
Mas
o vento só conseguiu com que o sentimento,
não fosse queimado,
que eu continuasse a ser o seu amado.
Pena que as minhas lagrimas de arrependimento,
que eu continuasse a ser o seu amado.
Pena que as minhas lagrimas de arrependimento,
Não
puderam voltar no tempo,
E
apagar aquele momento,
Mas
fizeram brotar das cinzas o teu perdão,
Pena
que Tarde de mais,
E ao
mesmo tempo, a tempo para que nada,
Mais
seja posto na fogueira,
A
não ser as nossas brigas, muitas delas por besteiras.
Perdeu-se
em meio às chamas,
Até
hoje ela me chama,
Foi
extraviada, pela sua raiva.
Eu
imagino os meus sorrisos,
a minha cara de felicidade.
A minha emoção ao ler A sua declaração de amor,
a minha cara de felicidade.
A minha emoção ao ler A sua declaração de amor,
Agora
penso em sua dor,
Ao ver cinzas virarem,
O que iria regar o nosso jardim,
Ao ver cinzas virarem,
O que iria regar o nosso jardim,
Viraram
adubo para as nossas flores.
Se
pudesse queimaria as minhas mãos,
Ao
invés da carta escrita pelas suas,
Mas
como iria escrever e tocar,
E o
nosso jardim cultivar.
Hoje
não precisa de caneta, papel, correio e carteiro,
Pois
são a prova de fogo,
De
qualquer jogo,
Pois
são escritas pelo nosso amor,
A
melhor carta que alguém pode dar ou receber,
Que leio todos os dias para você.
Leandro
Medeiros santos
Leodiferente
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