domingo, 9 de setembro de 2012

Primeiro ano da nosso Eternidade


Nove de setembro faz um ano que Deus nos apresentou, se acreditasse em reencarnação juraria que fomos apresentados desde sempre, e para sempre como dois amantes. No inicio de nossa história havia profetizado em forma de melodias e poesias o nosso amor, canção essa que se chama profecia, que diz o seguinte:
Ela estava tão perto e ao mesmo tempo tão distante
E longe se encontra mais próxima
Do que quando estava tão distante
Meu olhar perde-se no horizonte
E o meu coração te enxerga além dos montes
Quando nos encontrarmos
Será como se sempre nos amassemos
Os meus beijos serão reconhecidos pelos seus seios e lábios
Vou te pegar em meus braços
O teu corpo reconhecerá os meus abraços...
Vou te pegar em meus braços
Levantar-te-ei até os meus lábios
E diremos mais do que mil palavras
A bebida da paixão que transborda do teu cálice
Hei de beber até te embriagar
Nos seus encantos iremos nos amar
E quando estivermos sóbrios
Os nossos corpos pedirão mais uma dose
Até a ultima gota diária da paixão
Eu não sou só meu
Agora sou completamente teu.
O curioso é que só nós encontramos quando estávamos longe, e não quando estávamos bem pertos. O face nos possibilitou esse encontro, pena que infelizmente hoje é lugar hostil ao nosso amor, a felicidade alheia incomoda algumas pessoas. Como nosso amor com a ajuda de Jeová enfrentou tudo para chegar até aqui, enfrentaremos o que for preciso para chegarmos à eternidade. Ninguém trouxe tanto amor para minha vida como você: Proteção, respeito, dedicação, carinho, companheirismo, sabedoria, beleza, fidelidade e muita paixão, ninguém nunca antes na historia da minha vida, deu tanto de se, para mim, espero que eu tenha sido a pessoa que mais se doou para você.
Eu te amo muitoooooo eternamente, Amém.

Ass. Leandro Medeiros Santos


quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Palavras



Ninguém deixa de ser infeliz
Por remover as duas primeiras letras
Como se pudessem remover ou acrescentar
Letras, palavras ou frases e assim a vida mudar
Seria um livro que não ensinaria a viver
E todos que o lessem se analfabetizariam.
As palavras só podem mudar a vida para melhor
Quando as escrevemos com bastante suor
Com o próprio sangue até
Com muito amor e fé
Em Deus principalmente
E na gente.

Por: Leandro Medeiros Santos

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Uma oração de amor

fotografia: Nícolas Anderson 


Não se chama Maria, e tão pouco és santa
Por isso cair de joelhos perante a te
Debruçando-me entre tuas coxas
Diante da sua flor fiz uma oração de amor
Pedindo ao teu corpo que me amasse
Foi atendido antes mesmo de ter desejado-a
Pois ela que me guiou ao seu altar
Ardendo em prazer me fez ajoelhar
Para que o meu corpo fosse agraciado pelo seu
Para que eu bebesse em teu cálice o meu pedido
E realizasse em teu corpo os nossos desejos
Ela chama-se Janaina, e só atende a minhas orações.

                                                      Por: Leandro Medeiros Santos

sábado, 18 de agosto de 2012

O voo do nosso amor



Á águia refugia-se quando está preste ao seu fim
 Nos picos mais altos para que assim
 Outras aves não devorem a sua carne
 E encontrem as penas, e as escarne
Levarei em minhas asas a minha amada
Nas mais altas e longínquas enseadas
Para vivermos nos amando longe dos abutres
Que sobrevoam o nosso céu aguardando
 O  dia Que nunca Irá chegar
O nosso amor nunca deixará de voar
E um dia desses nos levará
Onde não possam nos encontrar
 Onde possamos nos amar 
sem ninguém para perturbar

Por: Leandro Medeiros Santos

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Preâmbulo



Circuncide o mal ao invés das mulheres
  do continente Africano
Para que nesse mundo não haja mais prazer na maldade
Façam vasectomia para esterilizar a crueldade
Usem contraceptivos para que pelo menos nessa noite
Só a bondade possa se reproduzir nesse mundo.

Por: Leandro Medeiros Santos


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Amor e revolução


Falar sobre amor em meio à ebulição
De indignação que emerge do amago
 Da minha alma, só mesmo quem ama
Esse cancro que consome a esperança
Em uma humanidade menos injusta
Só a sua boca consegue abrandar
Declamando em beijos e poesias
O tanto que ama e é amada
Com os seus afagos carinhosos
Que derrete até o aço mais puro
Com o seu corpo em chamas
Adormecendo esse vulcão de raivas
Deixando o meu corpo em erupção
Com larvas de fogo mais fumegantes
Do que qualquer indignação ideológica

Por: Leandro Medeiros Santos



terça-feira, 14 de agosto de 2012

Mais dia menos dia




A escritora Janaina Cruz, oriunda De Juazeiro do Norte-CE, morou por um tempo em Santa Maria Da vitória-BA, e atualmente reside na cidade de Cajazeiras-PB, casada com o compositor Santa-mariense Leandro Medeiros, que em breve lançará também o seu primeiro livro em parceria com a sua amada esposa. Janaina Cruz começou a escrever aos 12 anos de idade com a poesia Espelhos, e logo refletia a sua história como escritora, espelhos, Matusalém, A Janela Da Frente, Vermelho e Mulato, foram poesias das quais ela ganhou, até então em todos os concursos que já participou. Sempre com a esperança que mais dia menos dia o seu dia iria chegar, ela aguardava escrevendo em seu blog: http://esferografia.blogspot.com.br e no recanto das letras: www.janainacruz.recantodasletras.com.br. Esse dia chegou, 13 de agosto de 2012, agosto de Jeová como ela sempre acreditou, com o livro Mais dia menos dia lançado pela editora LP-BOOKS na 22ª Bienal Internacional do livro de São Paulo. Um livro de poesias com 146 belos e instigantes poemas.  A sua história só está começando, vem muito mais por ai.

Por: Leandro Medeiros Santos

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